A
desossa de carne suína começa já no pré-abate. Uma das principais maneiras para
alcançar boa qualidade do produto é saber como foi o manejo realizado pelos
fornecedores da carne. Assim, uns dos primeiros itens que devem ser observados é
a genética do animal; algumas raças são mais eficientes quando falamos em alimentação
versus rendimento e rotatividade de carne:

O
inglês Hampshire se adapta facilmente ao clima tropical, é ideal para produtos
que dispensam processamento secundário extensos como bacon, chuleta defumada e
presunto curado;

O
também inglês Large White é o animal mais utilizado para produção;


o norte-americano Duroc apresenta carne ideal para produção de embutidos.

A
dieta fornecida aos animais é o segundo ponto desta lista; em casos de criação
com distúrbios de alimentação, a consequência será uma carne com menor
qualidade.

O
terceiro item da nossa relação é a castração, que evita a presença de odores ou
aroma de hormônios sexuais na carne;

Rastreabilidade
é o quarto item da lista e apresenta grande por permitir informações precisas
que facilitam controle na criação (tratamento especial, sanitário, natalidade,
peso, etc);

Seguir
padrões de abate é o ponto final/; deve-se seguir padrões no pré-abate e durante
o processo.